O efeito de rede é um fenômeno que acontece quando um produto ou serviço ganha valor adicional, à medida que um número maior de pessoas passa a usá-lo.

Vejamos como exemplo uma marca de chocolate. Quanto mais pessoas o consumirem, mais valioso ele se tornará, pois o aumento exponencial de seus consumidores atribui ao produto uma imagem positiva, o que faz com que cada vez mais pessoas queiram comprá-lo.

O mesmo pode ocorrer com um serviço como um clube de vantagens, por exemplo. Quanto mais assinantes tiver, mais vantagens o clube passará a ter. Assim, maior será o valor agregado que o efeito de rede acrescentará.

Qual é a importância do efeito de rede num negócio?

Qualquer pessoa que use redes sociais com frequência ou trabalhe com isso sabe que quanto mais conexões existirem entre o usuário e os perfis que ele segue, maiores serão as chances do algoritmo mostrar conteúdos afins.

Quando falamos de efeito de rede, um fenômeno bem parecido acontece. Um exemplo disso é o formato “indique um amigo e ganhe”, pois isso pode fazer com que um número cada vez maior de pessoas procure a empresa, o que aumenta o valor agregado.

Isso faz com que um negócio que aplica ações de efeitos de rede tenha uma captação de clientes escalável, isto é, crescer a quantidade de consumidores em seu estabelecimento sem, contudo, aumentar os meios de captação. Essa é a principal importância que um efeito de rede tem para um negócio.

Por isso, para compreender o efeito de rede, é fundamental saber o seu ponto de origem, ou seja, o lugar de onde será dada a partida para a conexão entre as pessoas e originar a rede.

Quais são os tipos de empresas que fazem as redes?

Segundo um estudo de Harvard, são quatro os tipos de diferentes de modelos de negócios que fazem redes. São eles:

1. Provedores de serviços

Esse tipo de empresa contrata funcionários que ofereçam serviços para os consumidores que são cobrados por hora. A Dr. Resolve e Rede D´or são alguns exemplos desse tipo de empresa.

2. Construtores de ativos

São empresas que desenvolvem, distribuem e vendem ativos físicos. A Walmart e a Ford são dois exemplos.

3. Orquestradores de redes

Essas empresas criam redes de participantes, além de elementos capazes de interagir entre si para criar valor. Além da venda de produtos e serviços, elas também podem criar relacionamentos e colaborações. Exemplos desses orquestradores são Ebay, Visa, Uber e Tripadvisor.

4. Criadores de tecnologia

Por fim, esse tipo de empresa desenvolve e vende propriedades intelectuais como softwares, produtos farmacêuticos ou biotecnólogos. A Microsoft e a Pfizer são exemplos desse tipo de empresa.

Desse modo, as mencionadas empresas conseguem criar o efeito de rede, sempre tendo como base o valor agregado ao produto ou serviço que faz crescer o seu número de usuários ou consumidores.

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